O ex-presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, recebeu um perdão do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, gerando alarme entre defensores ambientais. Hernández, que se tornou o segundo líder mundial condenado por tráfico de drogas, foi extraditado em 2022 e cumpria pena de 45 anos por conspirar para contrabandear grandes quantidades de cocaína para os Estados Unidos.
A decisão de Trump é vista como um agravante na já crítica situação de impunidade em Honduras, um dos países mais perigosos para defensores do meio ambiente. Críticos apontam que o perdão pode encorajar ainda mais a violação dos direitos humanos e a impunidade no país, onde ambientalistas frequentemente enfrentam ameaças e violência.
As implicações do perdão de Trump podem ser profundas, afetando não apenas a segurança dos ambientalistas, mas também a percepção internacional sobre a justiça em Honduras. A medida reitera a necessidade de uma ação global mais efetiva para proteger aqueles que lutam pela preservação ambiental em contextos de corrupção e violência sistemática.

