Neste sábado, 31 de janeiro, a cidade de Kiev, na Ucrânia, enfrentou um apagão significativo que resultou na interrupção do serviço de metrô e no abastecimento de água. A situação se agravou devido aos bombardeios russos que devastaram o sistema energético ucraniano, impactando também áreas da Moldávia, onde a capital, Chisinau, ficou sem eletricidade. As temperaturas rigorosas, em torno de -15 ºC, tornaram as condições ainda mais difíceis para a população local.
A operadora de energia Ukrenergo anunciou cortes de emergência para evitar danos aos equipamentos, afetando não apenas Kiev, mas também regiões como Zhytomyr, Kharkiv, Cherkasy e Chernivtsi. O ministro da Energia, Denys Shmigal, comunicou que uma falha técnica nas linhas elétricas que conectam a Ucrânia, Moldávia e Romênia foi a causa do apagão. Apesar da gravidade da situação, as autoridades afirmaram que a eletricidade deve ser restabelecida nas próximas horas.
Além do impacto imediato no transporte e no abastecimento de água, o fechamento do metrô de Kiev representa um desafio logístico considerável, uma vez que a rede é crucial para a mobilidade urbana. A interrupção dos serviços também levanta questões sobre a vulnerabilidade da infraestrutura energética em meio ao conflito em curso. A resposta das autoridades será fundamental para garantir a segurança e o bem-estar da população durante este período crítico.

