Nos últimos dias, casos de violência contra cães em diferentes estados do Brasil, como Santa Catarina, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, geraram uma onda de indignação. A morte brutal de Orelha, um cão comunitário de 10 anos em Florianópolis, levou à convocação de manifestações em várias capitais, onde a população exige justiça e responsabilização dos agressores.
Orelha foi encontrado gravemente ferido e, apesar dos esforços de veterinários, não sobreviveu às agressões. A Polícia Civil de Santa Catarina investiga a participação de adolescentes no crime, enquanto outras investigações em São Paulo e Paraná também buscam identificar os responsáveis por mortes de cães em circunstâncias igualmente trágicas. Em São Paulo, um cão foi executado a tiros, enquanto, no Paraná, outro animal não resistiu a ferimentos causados por disparos.
A repercussão desses casos levanta questões sobre a proteção dos animais e o tratamento de crimes de violência contra eles. As autoridades, em diferentes estados, estão sob pressão para não apenas esclarecer os casos, mas também para implementar medidas que evitem novas agressões. O clamor por justiça e a proteção dos animais se tornam cada vez mais urgentes na sociedade brasileira.

