Costa Rica vai às urnas em meio a temores de autoritarismo

Jackelline Barbosa
Tempo: 2 min.

No próximo domingo, os cidadãos da Costa Rica irão às urnas para eleger um novo presidente e 57 membros do congresso. A atual presidente, ao apoiar a candidatura de Laura Fernández, levanta preocupações sobre uma possível mudança para um governo mais autoritário. A expectativa é que Fernández vença no primeiro turno devido ao seu alinhamento com a linha dura do governo atual.

O contexto eleitoral é marcado por uma crescente insegurança no país, onde o crime organizado se torna uma preocupação central para os eleitores. Grupos criminosos estão em disputa pelo controle das rotas lucrativas de tráfico de cocaína, especialmente em direção à Europa e aos Estados Unidos. Essa situação trouxe à tona debates sobre a segurança e a integridade da democracia costarriquenha, que historicamente se destacou na região.

As implicações deste pleito podem ser significativas, uma vez que o resultado poderá determinar a direção política do país nos próximos anos. A possibilidade de um governo mais autoritário levanta questões sobre o futuro da democracia na Costa Rica, que sempre foi um exemplo de estabilidade na América Central. Assim, os resultados deste domingo serão observados de perto, não apenas pela população local, mas também pela comunidade internacional.

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