Bispos da Igreja da Inglaterra criticam governo britânico por inação sobre Israel

Jackelline Barbosa
Tempo: 2 min.

Três bispos proeminentes da Igreja da Inglaterra denunciou a inação do governo britânico em relação à anexação de fato da Cisjordânia por Israel na última semana. Guli Francis-Dehqani, bispo de Chelmsford, Rachel Treweek, bispo de Gloucester, e Graham Usher, bispo de Norwich, visitaram comunidades cristãs palestinas e expressaram sua preocupação com a situação. Eles afirmaram que a falta de resposta do governo britânico contribui para uma ‘cultura de impunidade’ na região ocupada.

Durante a visita, os bispos tiveram a oportunidade de ouvir relatos diretos sobre as dificuldades enfrentadas pelos palestinos, particularmente em um contexto onde a anexação por Israel parece se intensificar. A crítica dos bispos reflete a crescente pressão sobre o governo do Reino Unido para que adote uma postura mais firme em relação à política israelense na Cisjordânia. Essa situação levanta questões sobre a responsabilidade do governo britânico em proteger os direitos humanos nesta área conturbada.

Os desdobramentos dessa crítica podem impulsionar um debate mais amplo sobre a política externa do Reino Unido em relação ao Oriente Médio. Além disso, a posição dos bispos pode estimular outras vozes dentro da Igreja e da sociedade civil a se manifestarem contra a situação em Israel e Palestina. A expectativa é que essa pressão leve a um exame mais rigoroso das ações do governo britânico e suas implicações para a paz na região.

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