No último domingo, 1º de fevereiro de 2026, a liderança iraniana fez uma declaração contundente, classificando os exércitos da União Europeia como ‘grupos terroristas’. Esta retaliação ocorreu após a designação da Guarda Revolucionária do Irã como organização terrorista pelo bloco europeu. A República Islâmica também advertiu que um possível ataque dos Estados Unidos ao país poderia desencadear um conflito regional de grandes proporções.
As tensões entre o Irã e os EUA estão em alta, com a presença militar americana na região aumentando. O presidente Donald Trump, que defende um acordo nuclear, não descarta intervenções caso o Irã não mude seu comportamento. Enquanto isso, o Parlamento iraniano discute a expulsão de adidos militares europeus, expressando indignação com as ações da União Europeia.
Apesar das hostilidades, sinais de disposição para negociações surgem de ambos os lados. O Irã manifesta interesse em diálogos ‘justos’, enquanto os EUA consideram opções que incluem ataques direcionados. A escalada contínua e as repressões internas no Irã levantam preocupações sobre um possível conflito amplo, destacando a necessidade urgente de resolução diplomática.

