Jonas Gahr Støre, primeiro-ministro da Noruega, afirmou que está de acordo com a princesa Mette-Marit em relação às suas interações com o falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein. A declaração foi feita no dia 1º de fevereiro de 2026, após a princesa admitir que exerceu ‘julgamento inadequado’ ao se relacionar com Epstein, figura envolvida em um dos maiores escândalos de exploração sexual da história recente.
Støre destacou a importância da transparência e da responsabilidade, especialmente em relação à realeza, que muitas vezes é vista como um símbolo de moralidade e ética na sociedade. O reconhecimento da princesa sobre seus laços com Epstein pode impactar a percepção pública da família real norueguesa e suas interações com figuras controversas. Esse episódio também levanta debates sobre o papel das instituições monárquicas perante escândalos que envolvem crimes sexuais.
As implicações dessa situação se estendem além do âmbito pessoal, afetando a imagem da monarquia norueguesa e sua relevância na sociedade contemporânea. O caso pode gerar um debate público sobre a necessidade de maior escrutínio das associações da realeza, bem como sobre as expectativas que a sociedade tem em relação ao comportamento de seus membros. A continuidade do diálogo sobre responsabilidade e ética pode ser essencial para restaurar ou fortalecer a confiança do público na monarquia.

