Novos documentos do Departamento de Justiça dos EUA, divulgados em 1º de fevereiro de 2026, trazem elogios ao ex-presidente Jair Bolsonaro e referências ao atual presidente Lula, ambos mencionados nas comunicações de Jeffrey Epstein e Noam Chomsky. Os arquivos revelam uma troca de e-mails entre Epstein e Steve Bannon, em que o abusador sexual elogia Bolsonaro, afirmando que ele ‘mudou o jogo’ político no Brasil em meio ao processo eleitoral de 2018.
A troca de mensagens destaca como Epstein via a ascensão de Bolsonaro e sua postura em relação a refugiados, além de mostrar a conexão de Chomsky com Lula, que na época estava preso. O linguista descreve Lula como ‘o prisioneiro político mais importante do mundo’, criticando as acusações contra ele. Essas revelações reabrem debates sobre as relações entre figuras políticas brasileiras e o controverso financista.
As implicações dessas comunicações são profundas, uma vez que ressaltam a influência de Epstein sobre líderes políticos e suas interações com o cenário eleitoral brasileiro. A divulgação desses documentos pode gerar novas discussões sobre a legitimidade das conexões políticas e a ética no envolvimento de figuras públicas com indivíduos de passado questionável. A resposta do governo brasileiro, já marcada por negações a quaisquer ligações, poderá ser desafiada por essas novas evidências.

