Caso de doping marca início das Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina

Patricia Nascimento
Tempo: 2 min.

As Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina d’Ampezzo, que têm início marcado para 6 de fevereiro, já enfrentam seu primeiro escândalo. A atleta italiana Rebecca Passler, que competirá no biatlo, testou positivo para letrozol em um exame antidoping realizado em um controle de rotina. Essa substância é classificada como proibida pela Agência Mundial Antidoping devido à sua capacidade de aumentar a testosterona, o que a torna suscetível a abusos no esporte.

Rebecca Passler, de 24 anos, estava se preparando para sua estreia olímpica e é sobrinha de Johann Passler, um medalhista olímpico de biatlo. A atleta ainda não se manifestou publicamente sobre o caso, que pode impactar sua carreira e a imagem das Olimpíadas. O letrozol, um inibidor da aromatase, está frequentemente associado ao uso de esteroides, levantando questões sobre a integridade esportiva em grandes eventos.

O caso de doping pode gerar repercussões significativas para o Comitê Olímpico Italiano e para a credibilidade dos Jogos de Inverno. A detecção da substância antes do início dos jogos coloca um foco extra nas práticas antidoping e na necessidade de manter a integridade das competições. O evento, que se estenderá até 22 de fevereiro, agora inicia sua jornada sob a sombra deste incidente.

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