Capitão russo é condenado por morte de tripulante em colisão no Reino Unido

Bruno de Oliveira
Tempo: 1 min.

O capitão russo Vladimir Motin, de 59 anos, foi considerado culpado por homicídio culposo após seu navio, o Solong, colidir com o petroleiro Stena Immaculate em 10 de março do ano passado. O incidente ocorreu perto da foz do rio Humber, na costa de Yorkshire, quando Motin estava de vigia sozinho no momento da colisão, resultando na morte de um tripulante filipino, Mark Angelo Pernia, de 38 anos.

O julgamento destacou a responsabilidade do capitão na segurança da embarcação e da tripulação. Motin, natural de São Petersburgo, enfrentou acusações graves, e o tribunal determinou que sua negligência na condução do navio contribuiu para o trágico acidente. A perda da vida de Pernia gerou consternação na comunidade marítima e levantou questões sobre as condições de trabalho a bordo de embarcações comerciais.

Com a condenação, Motin pode enfrentar uma pena de prisão significativa. O caso ressalta a importância de normas rigorosas de segurança na navegação e a necessidade de supervisão adequada, especialmente em situações em que a vigilância é crítica. As implicações para a indústria marítima podem incluir um maior escrutínio sobre as práticas operacionais e a responsabilidade dos capitães.

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