Fifa considera rever suspensão da Rússia e defende prêmio a Trump

Rafael Barbosa
Tempo: 1 min.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, manifestou sua posição favorável ao retorno da Rússia e de seus clubes às competições internacionais, sinalizando que a suspensão de quatro anos imposta ao país pode ser revista. Essa suspensão foi estabelecida em resposta à invasão da Ucrânia pela Rússia, ocorrida em fevereiro de 2022, e abrange tanto a seleção nacional quanto os clubes russos nas competições organizadas pela Fifa e pela Uefa.

Infantino argumentou que a proibição não teve efeitos positivos e gerou apenas frustração e ódio. Em entrevista à Sky Sports, ele destacou a importância de permitir que crianças russas joguem futebol em outras partes da Europa, afirmando que essa mudança poderia trazer benefícios imediatos. O discurso do presidente, no entanto, não foi bem recebido pelo ministro dos Esportes da Ucrânia, que o chamou de irresponsável.

Além de discutir a suspensão da Rússia, Infantino defendeu a concessão do Prêmio da Paz da Fifa ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, justificando que ele teria contribuído para o fim de conflitos bélicos. A declaração de Infantino levanta questões sobre o papel da Fifa em assuntos políticos e as repercussões que suas decisões podem ter em contextos geopolíticos delicados.

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