Tulsi Gabbard, diretora de inteligência nacional dos Estados Unidos, está realizando uma revisão das eleições de 2020, com o aval de Donald Trump. Essa investigação avança de forma independente em relação a um inquérito do departamento de justiça e ganhou atenção após sua presença em uma operação do FBI em um centro eleitoral na Geórgia na última semana.
A participação de Gabbard no raid do FBI tem gerado controvérsia, especialmente entre democratas e ex-oficiais de inteligência, que questionam a adequação de um oficial de inteligência, sem poderes de aplicação da lei, estar presente em uma ação judicial. Essa situação levanta preocupações sobre a separação entre os poderes e o papel da inteligência nacional em investigações eleitorais.
As repercussões desse movimento podem ser significativas, influenciando tanto a percepção pública sobre a integridade das eleições quanto a relação entre as instituições de inteligência e a justiça. A ação de Gabbard poderá impactar sua imagem política e a confiança do público nas instituições envolvidas, especialmente em um ano eleitoral conturbado.

