Na segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, o deputado Alfredo Gaspar, relator da CPMI do INSS, protocolou requerimentos que visam investigar Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, e outras figuras próximas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As investigações buscam quebrar os sigilos bancários de Lulinha, da advogada Roberta Luchsinger e da publicitária Danielle Fonteles, que estão ligadas a um esquema de descontos não autorizados em aposentadorias que está sob investigação pela Polícia Federal.
Os documentos apresentados pelo relator destacam a necessidade de apurar as movimentações financeiras de Lulinha e das demais envolvidas, especialmente em relação a Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como articulador do esquema. A Polícia Federal já identificou mensagens que sugerem que Roberta Luchsinger atuava como intermediária financeira para repasses indevidos, o que intensifica as suspeitas sobre a conexão entre esses indivíduos e a organização criminosa investigada.
Com a nova fase das investigações prevista para começar em 2026, a CPMI do INSS está se preparando para ouvir depoimentos de figuras chave, incluindo banqueiros e agentes públicos. A análise das relações entre as instituições financeiras e os envolvidos nas irregularidades poderá trazer novos desdobramentos e informações sobre a possível ligação entre as figuras políticas em questão, ampliando o escopo da investigação e suas consequências para o cenário político do Brasil.

