O professor Noslen Borges aborda a confusão entre as formas ‘eu caibo’ e ‘eu cabo’, destacando que a conjugação correta do verbo caber é, de fato, ‘eu caibo’. Essa dúvida frequente se tornou evidente após uma pergunta de um pai sobre a fala de sua filha de seis anos durante uma brincadeira. Mesmo que a forma pareça estranha para muitos, é a norma padrão da língua portuguesa.
No presente do indicativo, as formas corretas do verbo caber são ‘eu caibo’, ‘tu cabes’, entre outras. O professor explica que a irregularidade do verbo faz com que sua conjugação não se encaixe nos padrões comuns, levando a confusões. Além disso, a conjugação no passado e no futuro também apresenta peculiaridades que podem surpreender aqueles que não estão familiarizados com o idioma.
O texto conclui ressaltando a importância de ouvir as crianças, que frequentemente apresentam uma intuição aguçada sobre a língua. Ao encorajar a reflexão sobre a beleza e a complexidade do português, Noslen inspira os leitores a valorizar o aprendizado que pode surgir de situações cotidianas. Ele finaliza com um convite para continuar explorando os mistérios da língua em suas próximas colunas.

