Na terça-feira (3), o presidente Donald Trump pediu aos americanos que ‘virem a página’ do escândalo envolvendo Jeffrey Epstein, após a divulgação de documentos que provocaram investigações sobre importantes figuras políticas, incluindo um ex-embaixador britânico. Trump afirmou que não há evidências que o impliquem e sugeriu que o foco deve ser em questões mais relevantes para a população, como saúde e bem-estar.
O ex-embaixador do Reino Unido em Washington, Peter Mandelson, renunciou à Câmara dos Lordes devido a acusações de má conduta, enquanto a polícia britânica investiga seu papel no caso Epstein. Além disso, os ex-presidentes Bill e Hillary Clinton foram convocados a depor no Congresso sobre suas conexões com Epstein, um desdobramento que amplia as repercussões do escândalo para figuras proeminentes nos Estados Unidos.
As consequências da recente divulgação de documentos continuam a se desdobrar, com a investigação sobre Mandelson e os depoimentos dos Clintons previstos para ocorrerem no final de fevereiro. A situação evidencia a complexidade do caso Epstein, que não apenas afeta a política britânica, mas também a dinâmica política americana, levantando questões sobre a responsabilidade de figuras públicas em situações de má conduta.

