Baristas sindicalizados da Starbucks, em greve há quase três meses, convocam os clientes a excluir o aplicativo móvel da rede em um ato de solidariedade. A ação visa pressionar a empresa a negociar um contrato justo para os trabalhadores, que se organizam por meio do grupo Starbucks Workers United. A greve, que já se estende por um período significativo, reflete as tensões entre os sindicatos e a administração da empresa.
Os baristas, que representam uma parte significativa da força de trabalho da Starbucks, estão buscando garantir melhores condições de trabalho e salários adequados. A mobilização tem ganhado apoio público, destacando a importância da união entre trabalhadores e clientes na luta por direitos. A Starbucks, por sua vez, enfrenta críticas pela sua postura em relação às demandas dos funcionários, o que pode impactar sua imagem no mercado.
À medida que a greve avança, as implicações para a Starbucks podem ser significativas, não apenas em termos de imagem, mas também em sua operação e lucratividade. A resposta da empresa e a evolução das negociações com os sindicatos serão cruciais para determinar o futuro das relações trabalhistas na rede. A situação ressalta a crescente importância dos sindicatos na indústria de serviços e o papel dos consumidores na defesa dos direitos trabalhistas.

