O assassinato de Alex Pretti por agentes federais de imigração em Minneapolis reacendeu um debate sobre os direitos de posse de armas nos Estados Unidos. O incidente, ocorrido em fevereiro de 2026, gerou reações imediatas de grupos de defesa do direito de portar armas, que expressaram indignação e exigiram uma investigação independente. O caso evidencia a disparidade na mobilização dos movimentos em torno de vítimas de diferentes origens raciais.
Após a morte de Pretti, diversos grupos de direitos das armas, incluindo a Gun Owners of America e a National Rifle Association, criticaram autoridades federais, como a secretária de Segurança Interna. Essas organizações defenderam a posição de Pretti como um proprietário legal de arma, questionando a alegação de que ele representava uma ameaça. O contraste com a resposta ao assassinato de Philando Castile, um também proprietário legal de armas, levanta questões sobre a seletividade do apoio do movimento.
O desdobramento deste caso poderá influenciar futuras discussões sobre a legislação de armas e a percepção pública em torno da posse de armas por diferentes grupos raciais. A resposta rápida dos grupos de defesa de armas no caso de Pretti contrasta fortemente com o silêncio em relação a Castile, o que pode gerar críticas sobre a eficácia e a ética do movimento. A análise desse fenômeno poderá impactar a forma como as questões de direitos civis e armamento são abordadas em futuras políticas públicas.

