Na quarta-feira (4), bombardeios aéreos e ataques de artilharia das forças israelenses na Faixa de Gaza deixaram ao menos 21 mortos, conforme informado por autoridades locais ligadas ao Hamas. Entre as vítimas, estavam crianças e mulheres, e o balanço anterior indicava 17 falecimentos. O Exército israelense afirmou que os ataques foram uma resposta a disparos que resultaram em um soldado ferido.
As autoridades de saúde de Gaza, que operam sob o controle do Hamas, atualizaram o número de feridos para pelo menos 38, destacando a gravidade da situação. A violência na região continua, mesmo após o início de uma trégua mediada pelos Estados Unidos, com Israel e Hamas trocando acusações sobre violações do acordo. A recente reabertura limitada da passagem fronteiriça de Rafah, que conecta Gaza ao Egito, não amenizou a tensão.
O relato de moradores, como Abu Mohamed Habush, ilustra o impacto devastador dos ataques, com famílias perdendo entes queridos durante a noite. A situação em Gaza permanece crítica, levantando questões sobre a proteção de civis e a necessidade urgente de um diálogo para restaurar a paz na região. As consequências dos ataques recentes podem intensificar a crise humanitária e aumentar a pressão internacional sobre as partes envolvidas.

