O Vaticano determinou a remoção de um fresco na Basílica de São Lourenço em Lucina, em Roma, que apresentava um anjo com forte semelhança à primeira-ministra italiana Giorgia Meloni. A decisão foi tomada após um incidente que causou embaraço à instituição, levando à rápida alteração da obra de arte. A remoção ocorreu durante a noite, deixando o anjo retratado sem cabeça, em um ato que chamou a atenção da mídia internacional.
O fresco, que estava localizado em uma capela do histórico edifício religioso, tornou-se o centro de debates sobre a representação de figuras públicas em obras de arte religiosas. A situação gerou uma série de críticas e discussões sobre a estética e a ética envolvidas na restauração de obras artísticas. Especialistas em arte expressaram preocupações sobre como a política pode influenciar decisões artísticas, especialmente em locais tão simbólicos quanto o Vaticano.
A remoção do fresco levanta questões sobre a liberdade de expressão artística e a relação entre política e religião. Observadores esperam que esse incidente não seja um caso isolado, mas sim um sinal de como as instituições religiosas podem lidar com a representação de líderes políticos em contextos espirituais. O desdobramento desse evento poderá influenciar futuras decisões no campo da arte religiosa e seu vínculo com a política contemporânea.

