As investigações sobre a morte do cão Orelha, ocorrida na Praia Brava em Florianópolis, foram concluídas pela Polícia Civil de Santa Catarina em 3 de fevereiro. O caso ganhou notoriedade após o adolescente, suspeito de ser o responsável pela agressão, apresentar um depoimento que foi refutado por imagens que mostram seu deslocamento fora do condomínio onde reside.
A Delegacia Especializada no Atendimento de Adolescentes em Conflito com a Lei e a Delegacia de Proteção Animal foram responsáveis pela apuração. A polícia indiciou três adultos por coação e solicitou a internação do adolescente, que não sabia que havia gravações que o contradiziam. A defesa do jovem argumentou que as evidências são apenas circunstanciais e que o caso está sendo politizado, sem acesso total aos autos da investigação.
O cão Orelha foi agredido em 4 de janeiro, levando a uma morte trágica após os ferimentos. Com a investigação encerrada, a polícia encaminhou o caso ao Ministério Público e ao Judiciário, destacando a gravidade da situação e a necessidade de medidas adequadas para o adolescente envolvido, que pode enfrentar internação, similar à prisão de adultos.

