O governo brasileiro e o Congresso estão reavaliando a política externa do país, priorizando a defesa nacional em meio a um contexto global incerto. A invasão da Venezuela, que faz fronteira com o Brasil, intensificou o debate sobre a necessidade de revisar as prioridades de segurança, destacando a urgência de se adaptar a um cenário internacional em transformação.
Essa nova abordagem inclui a consideração de uma opção nuclear, com o objetivo de garantir a autonomia do Brasil e sua influência regional. Em uma reunião no Palácio do Planalto, o presidente assegurou investimentos em tecnologia de uso dual, civil e militar, buscando fortalecer a defesa do país. A proposta, que ganhou apoio no Congresso, visa a retirada do Brasil de tratados que proíbem armas nucleares, enfatizando a necessidade de desenvolver capacidades nucleares para fins defensivos.
As implicações dessa mudança são significativas, já que representa uma alteração nas políticas de defesa que não ocorre há décadas. A proposta de priorização da tecnologia nuclear poderá provocar reações tanto internas quanto externas, além de exigir um entendimento profundo das novas dinâmicas internacionais. Assim, o Brasil se posiciona em um novo cenário, onde a defesa nacional se torna uma prioridade central na política externa.

