Benjamin Wegg-Prosser, executivo-chefe da Global Counsel, anunciou sua saída em razão de sua associação com Lord Mandelson. Este movimento, ocorrido em 6 de fevereiro de 2026, foi motivado por preocupações sobre como suas ligações, especialmente nos arquivos Epstein, estavam impactando a reputação da empresa. Wegg-Prosser acreditava que a continuidade dessa associação prejudicava os negócios da Global Counsel.
A decisão de Wegg-Prosser destaca as pressões enfrentadas por executivos em ambientes corporativos onde a reputação é essencial. A relação com Mandelson, uma figura polarizadora, trouxe à tona questões sobre a ética e a transparência nos negócios. A saída do executivo pode ser vista como uma tentativa de preservar a integridade da Global Counsel em um cenário repleto de controvérsias.
As implicações da saída de Wegg-Prosser podem reverberar no futuro da Global Counsel, especialmente em como a empresa será percebida no mercado. A necessidade de reconstruir a imagem e reforçar a confiança de clientes e parceiros é um desafio que a empresa terá que enfrentar. A situação também levanta questões mais amplas sobre a responsabilidade dos líderes empresariais em relação a suas associações pessoais e profissionais.

