O partido Chega, de Portugal, pediu o adiamento do segundo turno das eleições presidenciais, em meio aos efeitos devastadores da tempestade Leonardo, que afetou a Península Ibérica. A tempestade causou fortes chuvas e ventos, resultando em pelo menos uma morte e na evacuação de mais de 7.000 pessoas em diversas áreas de Portugal e Espanha. O governo português anunciou a extensão do estado de calamidade em 69 municípios até meados de fevereiro, evidenciando a gravidade da crise.
As condições climáticas adversas levaram a uma intensa mobilização dos serviços de emergência, que estão trabalhando para garantir a segurança da população afetada. A tempestade Leonardo não apenas impactou a vida cotidiana, mas também levantou preocupações sobre a realização das eleições, que são cruciais para o futuro político do país. O pedido do partido Chega pode gerar debates sobre a viabilidade do processo eleitoral em meio a desastres naturais.
As autoridades portuguesas agora enfrentam o desafio de equilibrar a resposta à crise e a realização das eleições. O adiamento das eleições, se ocorrer, poderá ter consequências significativas para o cenário político nacional. A situação é monitorada de perto, com a expectativa de que as condições climáticas melhorem, permitindo que os processos democráticos sejam retomados de forma segura.

