Investigação parlamentar examina finanças da monarquia britânica após escândalo de Andrew

Patricia Nascimento
Tempo: 1 min.

A investigação parlamentar sobre as finanças da família real britânica foi desencadeada pela queda em desgraça do ex-príncipe Andrew, que se relaciona ao caso Epstein. O foco da Comissão de Contas Públicas está no aluguel simbólico que Andrew pagou por sua residência, Royal Lodge, por mais de vinte anos, gerando questionamentos sobre a gestão dos recursos da monarquia.

A situação de Andrew Mountbatten-Windsor se agravou após a revelação de novos documentos que o implicam no escândalo, levando o rei Charles III a ordenar sua saída do palácio. O aumento da verba anual destinada ao monarca, que deve alcançar £137,9 milhões até 2027, levanta críticas sobre a transparência financeira da Coroa e o impacto nos cofres públicos britânicos.

Especialistas apontam que a investigação pode marcar uma mudança significativa na relação entre o Parlamento e a monarquia, historicamente marcada por deferência. Com a crescente pressão por transparência, os custos associados à manutenção da família real estão sob escrutínio, o que poderá resultar em uma nova abordagem em relação ao financiamento da monarquia britânica.

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