Atletas sob investigação por manipulação de uniformes em salto de esqui

Rafael Barbosa
Tempo: 1 min.

Um grupo encarregado da luta contra o doping nos Jogos Olímpicos de Inverno investiga atletas de salto de esqui por supostamente injetarem ácido hialurônico na região genital. A prática visaria alterar medidas corporais que influenciam a confecção de uniformes, potencialmente oferecendo uma vantagem durante os saltos. Relatos da mídia europeia qualificam a situação como ‘surreal’, ressaltando a gravidade das alegações.

O escândalo, conhecido como ‘penis-gate’, já resultou na suspensão de dois medalhistas olímpicos noruegueses, que tiveram suas trajes ajustados secretamente durante uma competição em 2025. Além disso, membros da comissão técnica da equipe também enfrentaram sanções, evidenciando a profundidade da investigação e a preocupação com as práticas dentro do esporte. A Agência Mundial Antidoping está monitorando o caso para avaliar se a manipulação se configura como doping.

As implicações desse caso podem ser significativas para os Jogos Olímpicos e para a integridade do esporte. A possibilidade de manipulação de uniformes levanta questões sobre a ética e a justiça nas competições, além de desafiar as normas estabelecidas. A continuidade da investigação poderá resultar em novas regulamentações e um reforço no combate a práticas antiéticas entre os atletas.

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