Na última sexta-feira, a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, anunciou a prisão de Zubayr al-Bakoush, considerado um dos participantes-chave no ataque de 2012 ao consulado americano em Benghazi, na Líbia. Ele foi transferido para os Estados Unidos, onde enfrentará acusações sérias, incluindo assassinato e terrorismo.
Bondi, em coletiva de imprensa, não forneceu detalhes sobre a localização da prisão, mencionando apenas que aconteceu no exterior. O ataque em Benghazi resultou na morte do embaixador Chris Stevens e de três outros membros da missão diplomática, sendo atribuído a um grupo jihadista vinculado à Al-Qaeda em um período de intensa guerra civil na Líbia.
A captura de al-Bakoush é um passo significativo em termos de justiça para as vítimas do ataque, que chocou os Estados Unidos e teve implicações políticas profundas para o governo da época. Este caso levanta novas questões sobre a segurança das missões diplomáticas em regiões em conflito e a responsabilidade dos autores de atos terroristas.

