O Ministério de Relações Exteriores do Brasil condenou a escalada de ataques no Oriente Médio, após o lançamento de mísseis pelo Hezbollah contra Israel e a resposta de Israel com ataques no território libanês. A pasta afirma que acompanha a situação com preocupação e que não há registros de brasileiros mortos nos ataques.
“Ao condenar essas ações, o Brasil apela às partes pela cessação imediata das hostilidades e insta ao cumprimento integral do acordo de cessar-fogo de 27 de novembro de 2024 e da Resolução 1701 (2006) do Conselho de Segurança das Nações Unidas”, escreveu o Itamaraty em nota divulgada na noite de terça-feira (3 de março de 2026).
A nota informou que as Embaixadas do Brasil no Líbano e na região mantêm contato com as comunidades brasileiras e disponibilizam recomendações em suas páginas eletrônicas e mídias sociais.
Nesta quarta-feira (4 de março de 2026), a mídia estatal do Irã relatou explosões no país, incluindo a oeste da capital Teerã. O exército israelense afirmou ter lançado uma nova “ampla onda” de ataques contra o país, atingindo “centros de comando e segurança interna”.
Os Estados Unidos e Israel iniciaram, no sábado (28 de fevereiro de 2026), uma onda de ataques contra o Irã em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano. O Irã retaliou com ataques contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
No domingo (1º de março de 2026), a mídia estatal iraniana anunciou a morte do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, em decorrência dos ataques norte-americanos e israelenses. Após o anúncio, o Irã anunciou que lançaria a “ofensiva mais pesada” da história.
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o Irã considera a vingança pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos um “direito e dever legítimo”. Em resposta, o ex-presidente Donald Trump ameaçou o Irã contra os ataques retaliatórios, dizendo que responderia com uma “força nunca antes vista”.
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“summary”: [“Itamaraty condena ataques entre Hezbollah e Israel.

