Os atores Ben Affleck e Matt Damon assinaram um acordo de prioridade com a Netflix para o desenvolvimento e a produção de novos projetos destinados diretamente ao streaming. Os artistas, sócios na produtora Artists Equity, formalizaram uma parceria preferencial de longa data com a plataforma.
Em comunicado conjunto, Ben Affleck e Matt Damon celebraram o novo acordo. “Este é um marco incrível para a Artists Equity e valida a visão que estamos construindo desde 2022. Desde o início, percebemos uma necessidade crescente de um fornecedor independente que estivesse confortável em todo o processo criativo, do desenvolvimento ao corte final. A Netflix é uma grande parceira para o nosso trabalho.”
Pelo acordo, a Artists Equity será responsável pelo processo criativo e pela produção dos filmes, em projetos destinados exclusivamente ao streaming. A produtora mantém simultaneamente um acordo com a Sony Pictures para o desenvolvimento de longas-metragens para salas de cinema.
Os atores também elogiaram Dan Lin, presidente da Netflix Film, e sua equipe, destacando a “conexão única com o público contemporâneo e a capacidade de unir espectadores em torno de um momento cultural compartilhado”. “Mal podemos esperar para criar muitas outras histórias ambiciosas e com alcance global juntos”, finalizaram.
No mês passado, Ben Affleck e Matt Damon estrelaram o thriller de ação “Dinero Suspeito”, que liderou o ranking global da Netflix por três semanas e acumulou 112,3 milhões de visualizações em seis semanas.
Durante participação no podcast The Joe Rogan Experience, Matt Damon comentou como o avanço do streaming tem alterado a forma como as histórias são estruturadas na indústria. “Você está assistindo em uma sala, com as luzes acesas, outras coisas acontecendo, as crianças correndo, os cachorros latindo, seja lá o que for. É simplesmente um nível muito diferente de atenção que você está disposto, ou é capaz, de dedicar”, explicou ele.
Matt Damon também afirmou que a plataforma de streaming faz outras exigências ao processo criativo. “Eles querem que a gente mencione o enredo três ou quatro vezes nos diálogos, porque as pessoas ficam no celular enquanto assistem”, acrescentou. “Isso vai realmente começar a interferir na forma como contamos essas histórias”, avaliou.
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