Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Senado aprova acordo de livre comércio entre UE e Mercosul; sanção presidencial em breve
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Senado aprova acordo de livre comércio entre UE e Mercosul; sanção presidencial em breve

Amanda Rocha
Última atualização: 4 de março de 2026 19:41
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

O Senado aprovou nesta quarta-feira (4) o acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul, finalizando a tramitação do texto no Congresso. Com isso, o presidente Lula poderá promulgar o tratado.

A votação foi simbólica, sem registro nominal de votos. Após a sanção, o governo brasileiro notificará formalmente o bloco europeu. A expectativa do Planalto é que a aplicação provisória do acordo comece em maio, conforme os prazos previstos.

A decisão do lado europeu depende da Comissão Europeia, que é responsável por ativar os mecanismos que permitem a entrada em vigor temporária do acordo enquanto se concluem as etapas formais de ratificação.

Negociado desde 1999 e assinado neste ano, o tratado conecta dois mercados que, juntos, somam cerca de US$ 22 trilhões em Produto Interno Bruto. Quando implementado integralmente, deverá eliminar tarifas de importação sobre aproximadamente 91% do comércio entre os blocos, configurando uma das maiores zonas de livre comércio do mundo.

- Publicidade -
Ad imageAd image

A relatora da matéria no Senado, a senadora Tereza Cristina (PP-MS), classificou o acordo como estratégico em um cenário internacional marcado por tensões comerciais e políticas protecionistas. Ela afirmou que o uso de instrumentos econômicos como ferramenta de pressão política tem se intensificado, reforçando a necessidade de diversificação de parcerias.

A tramitação ocorreu em meio a negociações do Executivo com a bancada ruralista e representantes da indústria, setores que expressaram preocupação com a possível perda de competitividade diante da abertura comercial. Para garantir apoio, o governo editou um decreto que regulamenta a aplicação de salvaguardas comerciais, permitindo a suspensão temporária da redução tarifária em caso de aumento abrupto de importações que ameacem produtores nacionais.

Esse mecanismo responde a demandas do agronegócio e dialoga com medidas adotadas na Europa após protestos de agricultores em países como França, Polônia e Bélgica. O acordo também estabelece dispositivos específicos para segmentos sensíveis, como cotas de importação para lácteos e prazos de oito a doze anos para a retirada gradual das tarifas sobre vinhos.

Em relação a bens industriais, a regra geral será de tarifa zero ao fim do período de transição, o que pode aumentar a concorrência no mercado brasileiro. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços estima um impacto de elevação de 0,34% no PIB brasileiro e de 0,76% nos investimentos até 2044.

Técnicos da pasta argumentam que o acesso ampliado ao mercado europeu pode estimular ganhos de produtividade e inserção em cadeias globais de valor, enquanto críticos alertam para desafios de adaptação da indústria nacional. Em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e União Europeia deve alcançar US$ 100 bilhões, com o Brasil exportando principalmente combustíveis, café e minérios, e importando máquinas, medicamentos e veículos.

Cerca de metade da pauta atualmente importada pelo país terá prazos de desgravação superiores a dez anos; outros 14% dos produtos terão tarifa zerada de imediato, embora a maioria já ingresse no Brasil sem imposto. No âmbito regional, Argentina e Uruguai já confirmaram o tratado em seus parlamentos. Na Europa, os termos jurídicos ainda passam por revisão no Parlamento Europeu, mas a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, já indicou que a aplicação provisória é o caminho previsto para evitar atrasos adicionais.

TAGGED:Comissão EuropeiaEconomiaMercosulTereza CristinaUnião Europeia
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Relato de abdução de gaúcho vira atração turística em Sarandi
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?