Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Estudo aponta necessidade de políticas públicas para menopausa, afetando mulheres negras
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Saúde

Estudo aponta necessidade de políticas públicas para menopausa, afetando mulheres negras

Amanda Rocha
Última atualização: 5 de março de 2026 08:12
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

Um estudo divulgado na terça-feira (3) pelo Instituto Esfera, em Brasília, alerta para a necessidade de políticas públicas específicas para reduzir os impactos da menopausa nas mulheres. A pesquisa destaca a atenção necessária para mulheres negras e em situação de vulnerabilidade.

A pesquisadora Clarita Costa Maia, uma das responsáveis pelo estudo, explicou que as mulheres mais vulnerabilizadas no Brasil, especialmente as negras e aquelas que residem em comunidades desassistidas, enfrentam impactos mais severos durante a menopausa, tanto na saúde quanto no trabalho.

““O que constatamos é que a menopausa tem um componente biológico que atinge mais as mulheres negras e há o cruzamento de vulnerabilidades. São mulheres que sentem a menopausa com mais peso, biologicamente e socialmente falando”,”

afirmou.

A pesquisa também aponta que essa vulnerabilidade coloca as mulheres em uma posição desfavorável em relação a outros estratos sociais.

““Ela é, em regra, o arrimo de família e líder familiar. São mulheres que ficam numa posição muito frágil no mercado de trabalho”,”

ressaltou Maia.

Os sintomas da menopausa, tanto físicos quanto psicológicos, quando não tratados, podem levar a uma insustentabilidade nas relações profissionais, impactando todo o núcleo familiar. O estudo enfatiza que no Brasil é essencial que as políticas públicas considerem que cuidar da mulher na menopausa é cuidar de toda a família.

A pesquisadora, que atua na área do direito e trabalhou no estudo com a médica Fabiane Berta de Sousa, acrescentou que os sintomas não tratados podem resultar em sérias consequências para a saúde mental.

““Aumentam significativamente as chances de desenvolvimento de Alzheimer, de depressão e diversas outras consequências relacionais advindas disso”,”

explicou.

O documento também aborda a questão da menopausa precoce, associada ao modo de vida atual. Com o envelhecimento populacional, é necessário que as redes públicas ofereçam mais atenção a essas fases complicadas da vida.

““São fases complicadas, de altos e baixos emocionais. Pode haver rupturas em nível pessoal das quais a pessoa precisa se recuperar com o tempo e não está entendendo o que ocorre consigo mesma”,”

disse Maia.

O estudo sugere a realização de um mapeamento sobre a menopausa no Brasil para melhor compreensão da realidade nacional.

““A ausência de política pública nacional estruturada para a menopausa não é neutra. Produz efeitos concretos sobre a saúde, a economia e a cidadania de milhões de mulheres”,”

afirma o documento.

Os dados internacionais indicam que os custos relacionados à menopausa são significativos, totalizando US$ 26,6 bilhões por ano nos Estados Unidos e US$ 150 bilhões globalmente, além de uma queda de 10% nos rendimentos das mulheres afetadas. No Brasil, estima-se que 29 milhões de mulheres estejam nessa fase, com 87,9% apresentando sintomas, mas apenas 22,4% buscam tratamento.

Por fim, a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, mencionou durante o evento de lançamento do estudo que atualmente há maior atenção na prevenção da saúde da mulher com o envelhecimento populacional.

““Essas questões das fases do ciclo de vida feminino também se colocam em outra direção. Recentemente, tivemos um fórum de mulheres criado pelo Ministério da Saúde e é interessante que o grupo que representava as mulheres na menopausa foi um dos mais ativos”,”

lembrou.

TAGGED:Ana Estela HaddadBrasíliaClarita Costa MaiaFabiane Berta de SousaInstituto EsferaMenopausaMinistério da SaúdeSaúde da mulher
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Carbonara simplificada usa bacon e creme de leite
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?