Ex-militar dos EUA tem braço quebrado após protesto no Capitólio

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

Um manifestante teve o braço quebrado durante uma tentativa de remoção por agentes de segurança no Capitólio dos Estados Unidos, na quarta-feira (4). O protesto ocorreu enquanto ele interrompia uma audiência de um subcomitê das Forças Armadas do Senado.

O manifestante, identificado como Brian McGinnis, veterano dos Marines, foi visto gritando frases como “ninguém quer lutar por Israel”. Imagens divulgadas pelo grupo antiguerra Code Pink mostram o momento da interrupção.

Após a interrupção, McGinnis foi conduzido pelos agentes de segurança pelo corredor do Capitólio. Ele foi visto sentado encostado a uma parede, cercado por policiais. A Reuters confirmou a veracidade das imagens através da transmissão oficial do governo da audiência e fotos de arquivo.

O protesto acontece em um contexto de crescente tensão no Oriente Médio, onde os Estados Unidos e Israel iniciaram uma série de ataques contra o Irã no dia 28 de fevereiro, em meio a preocupações sobre o programa nuclear iraniano.

O regime iraniano respondeu com retaliações contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque. A mídia estatal iraniana anunciou que o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas dos ataques.

Após a morte de Khamenei, o Irã ameaçou realizar a “ofensiva mais pesada” da sua história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou que a vingança pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos é um “direito e dever legítimo”. Em resposta, o ex-presidente Donald Trump advertiu o Irã, afirmando: “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”.

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