A Prefeitura de Aparecida anunciou um investimento de R$ 38 milhões para melhorar e ampliar a infraestrutura das 94 unidades da rede municipal de ensino. O pacote de investimentos foi divulgado pelo prefeito Leandro Vilela no dia 11 de maio.
As intervenções incluem a reforma de cinco escolas que tiveram obras paralisadas na administração anterior e a instalação de ar-condicionado em todas as salas de aula até julho. O objetivo é oferecer condições adequadas para um ensino de qualidade.
““Com esses investimentos, eu acredito que vamos alcançar uma melhoria significativa da nossa posição no Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica]”, disse o prefeito Vilela.”
Aparecida ocupa a 201ª colocação entre os 246 municípios goianos. As reformas incluem a reforma geral de cinco escolas: Guiomar Rosa (Jardim Maria Inês), João Cândido (Papillon Park), Telma Regina (Veiga Jardim), Cidade Vera Cruz e Levina Martins (Buriti Sereno). Além disso, 20 escolas terão seus telhados substituídos.
Entre as escolas que receberão novos telhados estão a Escola Municipal de Educação Integral (Emei) Professora Wilsonina, no bairro Independência Mansões, Escola Municipal Alexandre Garcia (Parque Trindade 2) e Escola Roque Inocêncio (Bairro Independência).
Outras ações incluem a implementação de um segundo quadro de energia em 32 escolas e a ligação do transformador de energia em 27 CMEIs. Também está prevista a ampliação de quatro salas de aula em diferentes unidades de ensino.
““Este é só o início de uma nova era na educação de Aparecida de Goiânia”, afirmou a secretária municipal de Educação, Professora Núbia Farias.”
A secretária também mencionou a construção de três CMEIs (Centros Municipais de Educação Infantil) e a remodelação de 284 salas de aula em 26 unidades, que atualmente são feitas de placas de concreto.
A Escola Municipal Telma Regina, uma das unidades em reforma, está recebendo melhorias significativas, incluindo uma nova cozinha, banheiros acessíveis, telhado e instalação de ar-condicionado. A última reforma na escola ocorreu em 2015.
““A gente está aguardando ansiosamente porque as nossas crianças precisam de um lugar para serem acolhidas, e num lugar com melhor estrutura, os alunos aprendem mais”, disse Kellen Regina Almeida, secretária-geral da escola.”

