A Marinha iraniana sofreu grandes perdas, incluindo a fragata Dena, que afundou no Golfo Pérsico. O incidente ocorreu após a autorização de operações militares por Donald Trump.
A fragata Dena, que havia aportado no Rio de Janeiro, afundou a cerca de quarenta quilômetros do Sri Lanka, resultando na morte de mais de oitenta tripulantes. Apenas 32 foram resgatados.
O governo iraniano, que não garantiu que não buscaria armas nucleares, viu sua Marinha ser severamente atingida. A operação militar, chamada de “Operação Fúria Épica”, foi aprovada por Trump e resultou na destruição de embarcações inimigas.
O Comando Central dos Estados Unidos anunciou que o regime iraniano tinha onze navios no Golfo de Omã, mas agora não possui nenhum. A liberdade de navegação, segundo os militares, é vital para a prosperidade global.
Apesar das perdas, o Irã ainda possui drones que ameaçam a navegação no Golfo. Os ataques iranianos a vizinhos, como o Líbano, têm gerado reações adversas, com o governo libanês proibindo atividades militares do Hezbollah.
Os Estados Unidos, além de atacar, também protegem seus aliados com sistemas de defesa como os mísseis Patriot e THAAD, que interceptaram a maioria dos mísseis e drones disparados contra os Emirados Árabes Unidos.
A guerra continua, e a Marinha iraniana enfrenta dificuldades, com sua capacidade ofensiva sendo severamente reduzida. A fragata Dena, que esteve no Brasil, simboliza a deterioração do poder naval iraniano.


