Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Brasil projeta matriz energética do transporte com 85% de fontes renováveis até 2055
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Meio Ambiente

Brasil projeta matriz energética do transporte com 85% de fontes renováveis até 2055

Amanda Rocha
Última atualização: 6 de março de 2026 11:01
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 5 min.
Compartilhar

Um estudo do Ministério de Minas e Energia (MME) em conjunto com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) projeta que a matriz energética do transporte no Brasil poderá alcançar até 85% de fontes renováveis até 2055. A estimativa faz parte do Plano Nacional de Energia 2055 (PNE 2055) e considera a expansão combinada de biocombustíveis convencionais e avançados, eletrificação de veículos e novas alternativas energéticas.

A estratégia busca reduzir a dependência de combustíveis fósseis e consolidar um sistema de transporte mais sustentável. Atualmente, os biocombustíveis tradicionais, como etanol e biodiesel, representam cerca de 23% da demanda energética do transporte. A projeção é que essa participação suba para 43% até 2055.

Os biocombustíveis avançados, como diesel verde e combustível sustentável de aviação (SAF), poderiam responder por até 22% do consumo energético do setor no mesmo horizonte. Já a eletrificação da frota deverá representar cerca de 13% da matriz, com maior presença em veículos leves e transporte urbano.

O Plano Decenal de Expansão de Energia 2035 (PDE 2035) detalha a evolução prevista para os próximos anos. Segundo o documento, até 2035: 22% dos caminhões leves e semi leves licenciados devem ser híbridos ou elétricos; 17% dos caminhões médios terão algum tipo de eletrificação; e nos caminhões pesados, a participação deve chegar a apenas 1,4%, devido a limitações tecnológicas e de infraestrutura.

- Publicidade -
Ad imageAd image

No transporte coletivo, a previsão é de 7.600 ônibus elétricos em circulação até 2035, o que representaria cerca de 28% das vendas do segmento. O plano também destaca que o avanço da eletrificação aumentará a demanda por minerais estratégicos, utilizados em baterias e sistemas elétricos.

As projeções indicam forte expansão no consumo de biocombustíveis. O consumo de etanol deverá alcançar 46,2 bilhões de litros em 2035, ante 35,2 bilhões em 2025. O crescimento é atribuído a políticas públicas como a Lei do Combustível do Futuro e o programa RenovaBio, que buscam ampliar a competitividade do biocombustível frente à gasolina. A demanda por biodiesel pode atingir 12,4 bilhões de litros em 2035, acima dos 9,1 bilhões de litros previstos para 2025.

No setor aéreo, o consumo de SAF poderá variar entre 2,5 bilhões e 7 bilhões de litros, dependendo dos padrões de intensidade de carbono adotados. O PDE 2035 alerta que a expansão dos biocombustíveis exigirá maior disponibilidade de matérias-primas, incentivando a diversificação agrícola.

Em 2025, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) criou um grupo de trabalho para avaliar alternativas que incluam agricultores familiares na cadeia produtiva dos biocombustíveis. Entre as possibilidades estudadas estão a produção de etanol a partir de trigo e sorgo, a expansão do uso de milho na produção existente, e o uso de palma, macaúba, milho e babaçu para biodiesel e biocombustíveis avançados.

O plano também considera o aproveitamento de biomassa residual e resíduos sólidos urbanos para produção de biometano, ampliando a base de energia renovável no transporte. A combinação entre biocombustíveis, eletrificação e gases alternativos será decisiva para reduzir as emissões de carbono no setor.

A adoção gradual dessas tecnologias pode não apenas cortar emissões, mas também estimular inovação industrial, reforçar a segurança energética e ampliar a participação de pequenos produtores agrícolas na cadeia de valor do transporte. O relatório destaca que a sustentabilidade da matriz dependerá de planejamento integrado de infraestrutura, regulação ambiental e investimentos em pesquisa tecnológica, o que pode consolidar o Brasil como referência regional na transição energética aplicada à mobilidade.

O processo de elaboração do PNE 2055 inclui uma consulta pública aberta entre 12 de fevereiro e 14 de março de 2026 para discutir o relatório de síntese do plano.

TAGGED:Agenda VerdeConselho Nacional de Política EnergéticaEconomiaEmpresa de Pesquisa EnergéticaMeio AmbienteMinistério de Minas e Energia
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Presidente do Republicanos questiona segurança de senador em Minas
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?