Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Justiça arquiva ação de vereador contra professora por acusações de machismo
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Justiça arquiva ação de vereador contra professora por acusações de machismo

Amanda Rocha
Última atualização: 6 de março de 2026 12:02
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

O juiz da Vara Regional das Garantias, Luigi Monteiro Sestari, arquivou um pedido de investigação do vereador de São Paulo Toninho Vespoli (PSOL) contra a professora Nelice Pompeu, ligada ao PT. A docente publicou nas redes sociais que o mandato de Vespoli era ‘machista’ e ‘misógino’. O magistrado concluiu que não houve crimes de perseguição, difamação, denunciação caluniosa ou calúnia.

A decisão do juiz foi baseada na ausência de ‘patente ilegalidade ou teratologia no ato’ e na falta de requerimento da vítima para que o arquivamento fosse submetido ao procurador-geral de Justiça dentro do prazo legal. ‘Arquivem-se os autos do inquérito policial’, determinou Sestari.

O pedido de investigação foi protocolado em fevereiro de 2025, após postagens de Pompeu que, segundo os advogados de Vespoli, continham conteúdos falsos que atentavam contra a honra do vereador. Os defensores afirmaram que a professora frequentemente atribuía a ele a condução de um mandato ‘misógino’ e ‘machista’.

O Ministério Público também se manifestou, afirmando que não havia crimes a serem denunciados. A promotora Simone de Divitiis Perez, da 3ª Promotoria Criminal da Capital, registrou que ‘não há nos autos indícios mínimos de materialidade delitiva’, considerando as provas apresentadas como frágeis.

A promotora destacou que as evidências se resumiam a versões conflitantes entre a suposta vítima e a averiguada, impossibilitando a verificação de qual versão era verdadeira. Em relação ao crime de perseguição, o MP afirmou que não havia ameaça à integridade física ou psicológica da vítima.

O vereador Vespoli, insatisfeito com o arquivamento, apresentou uma revisão da manifestação do MP à Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), que manteve a posição de arquivamento. O procurador Ivan Francisco Pereira Agostinho afirmou que a promotora estava correta em sua análise.

Durante a investigação, a Secretaria Municipal de Mulheres do PT São Paulo divulgou uma nota em apoio à professora. A nota alertou sobre o precedente perigoso que o processo poderia criar, afirmando que ‘se uma mulher pode ser punida por reconhecer e nomear o machismo e a misoginia que enfrenta, todas nós corremos o risco de sermos silenciadas’.

TAGGED:Ivan Francisco Pereira AgostinhoJustiçaLuigi Monteiro SestariMachismoMinistério PúblicoNelice PompeuProcuradoria-Geral de JustiçaPSOLPTSão PauloSecretaria Municipal de Mulheres do PT São PauloSimone de Divitiis PerezToninho Vespoli
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Equilíbrio Define Autonomia e Longevidade na Terceira Idade
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?