Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: St George Mining aumenta recursos em 75% no Projeto Araxá e busca parcerias globais
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

St George Mining aumenta recursos em 75% no Projeto Araxá e busca parcerias globais

Amanda Rocha
Última atualização: 6 de março de 2026 15:09
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

A mineradora australiana St George Mining anunciou um aumento de 75% na estimativa de recursos minerais do Projeto Araxá, em Minas Gerais, e afirmou estar aberta a negociações com diferentes players globais, incluindo empresas dos Estados Unidos e China.

O depósito, que combina terras raras e nióbio, agora conta com 70,91 milhões de toneladas de recursos, com teor médio de 4,06% de terras raras e 0,62% de nióbio. O teor de 4,06% de terras raras é considerado elevado para projetos fora da China, que domina a produção e o processamento desses minerais.

A empresa considera apenas áreas com concentração acima de 2% de teor médio de terras raras para medir esse teor, desconsiderando zonas com teores inferiores. Novas perfurações estão previstas, o que pode indicar potencial para revisões e aumentos no volume de recursos do projeto.

O projeto, ainda em fase de desenvolvimento, é acompanhado por empresas e governos estrangeiros em meio à corrida global por minerais críticos usados em tecnologias avançadas, como veículos elétricos e turbinas eólicas. A St George busca recursos para avançar nas próximas etapas, incluindo engenharia detalhada e construção de plantas de processamento.

- Publicidade -
Ad imageAd image

O governo de Minas Gerais já aprovou incentivos fiscais para o projeto, reconhecendo seu potencial estratégico. Em entrevista, Thiago Amaral, diretor de desenvolvimento da St George no Brasil, afirmou que as conversas mais avançadas envolvem empresas americanas, mas que a companhia mantém diálogo com interessados de diferentes regiões.

““Temos conversas também no Brasil e na Europa, e recebemos propostas chinesas. Estamos abertos para negociações em todo o mundo. O mais avançado que temos no momento são essas discussões com empresas dos Estados Unidos”, disse.”

A St George está negociando com a empresa americana REalloys um possível contrato de offtake, que poderia envolver até 40% das terras raras produzidas em Araxá. A empresa americana poderia participar das etapas industriais posteriores, como a separação e produção de materiais para ímãs permanentes.

A mineradora realiza uma nova rodada de testes metalúrgicos para definir a melhor rota de processamento dos minerais extraídos. A empresa avalia diferentes produtos possíveis, desde um concentrado misto de terras raras até óxidos separados de neodímio e praseodímio, elementos valiosos usados na fabricação de ímãs permanentes.

A estratégia da St George busca ampliar as etapas industriais no Brasil, alinhando-se à política do governo federal de agregar valor aos minerais críticos em território nacional. A produção de carbonato misto e a separação de óxidos individuais representam etapas relevantes de agregação de valor, exigindo processos complexos que transformam o minério bruto em insumos industriais.

Em 2025, a empresa anunciou a criação de um centro tecnológico em parceria com o CEFET-MG, em Araxá, que incluirá uma planta-piloto dedicada ao processamento de terras raras e nióbio. O projeto visa desenvolver rotas tecnológicas e formar mão de obra especializada.

““Nossa ideia é sempre trabalhar com produtos que agreguem valor. Tanto no nióbio, que já fazemos etapas metalúrgicas ou uma etapa de purificação até os óxidos. Nas terras raras estamos colaborando com iniciativas como o MagBras para desenvolver a cadeia de ímãs no Brasil”, afirmou Amaral.”

Previsto para entrar em operação até 2028, o projeto está localizado ao lado das instalações da CBMM, maior produtora mundial de nióbio, responsável por cerca de 80% da oferta global do metal.

TAGGED:AraxáAustráliaCBMMCEFET-MGinvestimentosMinas GeraisMineraçãoREalloysSt George MiningThiago Amaral
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Ex-congressman investigado por negociação de insider trading
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?