Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Petróleo sobe até 35% na primeira semana de guerra entre EUA e Irã
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Petróleo sobe até 35% na primeira semana de guerra entre EUA e Irã

Amanda Rocha
Última atualização: 6 de março de 2026 16:55
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Os preços do petróleo aumentaram significativamente na primeira semana do conflito entre os Estados Unidos e Israel com o Irã. Os contratos mais líquidos da commodity subiram até 35%, à medida que a crise na região se intensifica.

O barril do petróleo Brent, referência internacional negociada na ICE (International Commodities Exchange), fechou com alta de 8,52%, cotado a US$ 92,69. No acumulado da primeira semana de guerra, o preço do Brent registrou um ganho de 27,2%. O WTI (West Texas Intermediate), referência dos EUA, encerrou o dia em US$ 90,90, com uma alta de 12,21%, representando um aumento semanal de 35,63% em relação ao fechamento da última sexta-feira (27), antes do início do conflito.

João Abdouni, analista da Levante Inside Corp, comentou sobre a situação: ‘Com a expectativa do mercado de que a guerra entre EUA e Irã pode se prolongar, e com o Estreito de Ormuz aparentemente travado, por onde passa 20% do petróleo do mundo, em 100 dias, se a situação não for revertida, poderemos ter queda significativa nos estoques globais.’

Após uma semana de conflito sem sinais de apaziguamento e com o Estreito de Ormuz bloqueado, o mercado já precifica o risco de falta de petróleo, segundo analistas. Adriana Ricci, fundadora da SHS Investimentos, afirmou: ‘Isso acontece principalmente porque o mercado não reage apenas ao que já aconteceu, mas principalmente ao risco do que pode acontecer com a oferta global, o risco futuro, que está cada vez mais próximo, que mais assusta.’

- Publicidade -
Ad imageAd image

Ela acrescentou: ‘Quando o Estreito de Ormuz entra em risco, com o tráfego comercial pelo canal praticamente interrompido, o mercado de petróleo inteiro entra em alerta.’

Fernando Bresciani, analista de investimentos do Andbank, destacou que ‘hoje os mercados globais operaram com mais aversão a risco, refletindo principalmente as tensões envolvendo o Irã e possíveis retaliações contra outros países. Esse cenário impulsiona uma forte alta do petróleo, o que reacende preocupações com inflação global.’

TAGGED:Adriana RicciAndbankconflito no Oriente MédioEconomiaEstreito de OrmuzFernando BrescianiJoão AbdouniLevante Inside CorpMercadoPetróleoSHS Investimentos
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Arnaldi abandona Roland Garros por doença
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?