Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Análise da reação da Rússia ao conflito no Oriente Médio
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Internacional

Análise da reação da Rússia ao conflito no Oriente Médio

Amanda Rocha
Última atualização: 7 de março de 2026 06:00
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

O crescente conflito no Oriente Médio entre Estados Unidos, Israel e Irã tem gerado reações cautelosas da Rússia, que monitora os desdobramentos com interesse estratégico. Especialistas afirmam que o Kremlin adota uma postura de não interferência direta, aproveitando-se da dispersão de recursos militares e diplomáticos do Ocidente.

Durante o videocast Fora da Ordem, realizado na última sexta-feira (6), analistas destacaram que Vladimir Putin não busca um confronto direto com os Estados Unidos, especialmente considerando a possível volta de Donald Trump ao poder. Líderes europeus enfatizam a necessidade de uma “estreita coordenação militar” na região.

““Não acredito na possibilidade de um confronto direto. Não interessa à Rússia nem à China e, obviamente, também não aos Estados Unidos”, avaliou Lourival Sant’Anna durante o debate.”

A estratégia russa parece seguir a máxima da Arte da Guerra: “Se o seu inimigo está cometendo um erro, não interfira”. Assim, Moscou observa com atenção o desgaste dos recursos militares americanos no Oriente Médio, o que pode beneficiar seus interesses na Ucrânia.

Com a degradação do equipamento militar americano e o uso dos estoques para o conflito no Irã, torna-se mais difícil para os Estados Unidos continuarem fornecendo ajuda substancial à Ucrânia. O conflito no Oriente Médio pode aumentar as pressões de Trump sobre Zelensky, caso o republicano vença as eleições americanas.

““Para o Putin é o momento de jogar parado, esperar a elevação das pressões do Trump sobre o Zelensky e a redução da ajuda militar dos Estados Unidos para a Ucrânia”, destacou um dos participantes do debate.”

A dispersão de energia econômica, militar e política dos Estados Unidos no Oriente Médio gera impaciência em relação ao conflito Rússia-Ucrânia. Trump já indicou que considera excessivos os gastos americanos com a Ucrânia, preferindo redirecionar recursos para o novo conflito no Oriente Médio.

Além disso, a Europa percebe uma maior instabilidade na região, o que pode levar os países europeus a reterem seus estoques de armamentos, em vez de enviá-los à Ucrânia. Esse cenário é descrito pelos analistas como “muito ruim para a Ucrânia e muito bom para a Rússia” no plano tático imediato.

No último sábado (28), os Estados Unidos e Israel iniciaram uma nova onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano. O regime iraniano começou a retaliar contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

No domingo, a mídia estatal iraniana anunciou que o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas dos ataques norte-americanos e israelenses. Após o anúncio da morte de Khamenei, o Irã ameaçou lançar a “ofensiva mais pesada” de sua história.

O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país considera se vingar pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um “direito e dever legítimo”. Em resposta, Trump ameaçou o Irã, dizendo: “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”. Os ataques entre as partes continuam neste domingo.

Trump já havia afirmado que os ataques contra o Irã vão continuar “ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”.

TAGGED:Donald TrumpEstados UnidosgeopolíticaGuerraIsraelLourival Sant’AnnaOriente MédiorússiaVladimir Putin
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Carro pega fogo e fere duas mulheres no Centro do Rio
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?