No dia 7 de março de 2026, o Irã lançou uma série de ataques contra a Jordânia e os Emirados Árabes Unidos, resultando em feridos e destruição.
Autoridades dos Emirados Árabes Unidos informaram que o país foi alvo de dezesseis mísseis balísticos e 121 drones iranianos. Apenas dois drones conseguiram atingir o território emiradense, enquanto o restante foi interceptado.
Na Jordânia, o governo anunciou que o Irã disparou ao menos 119 mísseis e drones, deixando quatorze pessoas feridas desde o início do conflito com Israel, que completou oito dias neste sábado.
O porta-voz das Forças Armadas da Jordânia, Mustafa Hiyari, afirmou que os ataques iranianos foram direcionados “especificamente a alvos jordanianos” e que o país não realizou qualquer ação militar contra o Irã.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, pediu desculpas aos países vizinhos afetados pelos ataques iranianos, afirmando que as forças iranianas não atacarão outros países a menos que sejam atacadas.
““De agora em diante, as forças iranianas não irão atacar ou disparar mísseis contra países ao redor, a menos que sejamos atacados por eles”, declarou Pezeshkian.”
No entanto, apesar da promessa, novos ataques iranianos afetaram não apenas a Jordânia e os Emirados Árabes Unidos, mas também a Arábia Saudita, Qatar, Bahrein, Kuwait e Iraque, atingindo aeroportos, instalações petrolíferas e bases militares dos Estados Unidos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, reagiu ao pedido de desculpas de Pezeshkian, afirmando que o Irã “será atingido com força hoje”.
““A promessa do líder iraniano veio apenas por causa dos incansáveis ataques dos EUA e de Israel”, afirmou Trump, acrescentando que áreas ainda não atacadas “estão sendo consideradas para total destruição e morte certa”.”


