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Fórmula 1 deve movimentar mais de US$ 3 bilhões em 2026 com novos contratos

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

A temporada 2026 da Fórmula 1 inicia na madrugada deste domingo, 8, com o GP da Austrália, e deve registrar valores recordes de investimento.

De acordo com dados da Ampere Analysis, o campeonato deve ultrapassar 3 bilhões de dólares em patrocínios neste ano. O crescimento é atribuído à entrada de grandes companhias como Audi e Cadillac, além da expansão do setor de tecnologia, impulsionada por novos contratos com empresas de inteligência artificial, como Groq, Meta AI e Claude.

Essas parcerias devem movimentar mais de 565 milhões de dólares. Uma das novidades para este ano é o retorno das transmissões à TV Globo, que firmou contrato de três anos, válido até 2028. Das 24 etapas da disputa, 15 serão exibidas na TV aberta, enquanto as demais terão transmissão pelos canais SporTV e cobertura digital pelo Globoplay.

A expectativa brasileira se concentra em Gabriel Bortoleto, de 21 anos, piloto da Sauber, que inicia sua segunda temporada consecutiva na Fórmula 1. Bortoleto teve uma ascensão meteórica no automobilismo, começando a competir com carros em 2020 após sua passagem pelo kart, chegando à Fórmula 4 italiana.

Em 2023, ele conquistou o título na Fórmula 3 logo em sua temporada de estreia, garantindo uma vaga na Fórmula 2 em 2024 e, no ano seguinte, estreou na Fórmula 1. Sua entrada na categoria resultou em contratos com grandes patrocinadores.

““O ‘efeito Bortoleto’ vai além das pistas. Ele representa a reconexão de um mercado consumidor gigantesco e apaixonado, que estava carente de ídolos locais na F1”, disse Thales Rangel Mafia, gerente de marketing da Multimarcas Consórcios.”

Um levantamento da consultoria Bites mostra que a presença de Bortoleto elevou a audiência do site oficial da Fórmula 1 no Brasil em 2025, com uma média de 1,057 milhão de visitantes mensais, em comparação com 629,07 mil visitantes por mês em 2024.

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