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Saúde

Ilzinei da Silva se torna primeira médica da etnia Baniwa no Amazonas

Amanda Rocha
Última atualização: 8 de março de 2026 05:00
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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Ilzinei da Silva, indígena da etnia Baniwa, se tornou a primeira mulher de sua etnia a se formar em medicina. Nascida em São Gabriel da Cachoeira, no interior do Amazonas, ela decidiu seguir a carreira médica após observar médicos militares atuando na região quando tinha apenas oito anos.

Ilzinei ingressou no curso de medicina da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) em 2014, mudando-se para Manaus. Ela se formou em 2020, durante a pandemia da covid-19, enfrentando desafios significativos, incluindo a perda de colegas para o vírus. “A saúde foi a categoria que nunca parou de trabalhar. Hoje vejo que a minha formação foi essencial para que eu pudesse enfrentar uma situação como esta”, afirmou.

Atualmente, a médica atua na Casa de Apoio à Saúde Indígena em sua cidade natal, vinculada ao Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Alto Rio Negro, e também como médica militar temporária no Hospital de Guarnição de São Gabriel da Cachoeira. Ela enfatiza a importância de atender a população indígena com um olhar diferenciado.

““Voltei para ajudar a minha gente. Pretendo me especializar em ginecologia para oferecer um cuidado humanizado às mulheres, principalmente no pré-natal e nos partos”, explicou Ilzinei.”

Ilzinei destaca que sua conquista representa uma vitória não apenas pessoal, mas de toda a comunidade Baniwa. “Quando um indígena chega à universidade, abre caminho para muitos outros”, disse. Durante a graduação, ela conciliou os estudos com a vida familiar e o apoio do marido, Osvaldo Pontes, que relembra os desafios enfrentados por ela.

Além de sua atuação profissional, Ilzinei valoriza o atendimento na língua Baniwa, afirmando que isso fortalece a confiança entre médico e paciente. Com planos de incentivar novos profissionais indígenas na saúde, ela reforça a importância da educação: “Nunca desistam dos seus sonhos e nunca esqueçam de onde vieram. A educação é uma ferramenta poderosa de transformação”.

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é um momento para reivindicar igualdade de gênero e lembrar a luta histórica das mulheres por seus direitos.

TAGGED:AmazonasBaniwaDistrito Sanitário Especial Indígena Alto Rio NegroIlzinei da SilvaindígenasMulheresOsvaldo PontesSão Gabriel da CachoeiraUniversidade do Estado do Amazonas
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