Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Impacto da guerra no Oriente Médio afeta fornecimento de petróleo
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Impacto da guerra no Oriente Médio afeta fornecimento de petróleo

Amanda Rocha
Última atualização: 8 de março de 2026 11:50
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 5 min.
Compartilhar

A guerra entre os EUA e Israel contra o Irã interrompeu as exportações de petróleo e gás natural do Oriente Médio. A situação forçou a paralisação da produção no Catar e no Iraque, enquanto o Kuwait anunciou cortes na produção no último fim de semana.

Analistas preveem que os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita também terão que reduzir a produção em breve, devido ao esgotamento de suas reservas de petróleo.

Paralisação da produção

A Kuwait Petroleum Corporation declarou força maior em 7 de março, reduzindo a produção de petróleo devido à guerra que interrompeu as exportações pelo Estreito de Ormuz.

A ADNOC, Companhia Nacional de Petróleo de Abu Dhabi, afirmou em 7 de março que estava gerenciando ativamente os níveis de produção offshore para preservar a “flexibilidade operacional”. Um incêndio causado por destroços ocorreu no porto de Fujairah, um importante centro global de armazenamento e abastecimento de petróleo.

O Iraque, segundo maior produtor da OPEP, reduziu sua produção em quase 1,5 milhão de barris por dia (bpd) devido à falta de capacidade de armazenamento e exportação. Autoridades informaram que esse número poderia subir para 3 milhões de bpd em poucos dias, caso as exportações não fossem retomadas.

A produção total iraquiana foi de cerca de 4,1 milhões de bpd em janeiro, o que representa cerca de 4% da produção mundial. No Curdistão iraquiano, várias empresas interromperam a produção como medida de precaução.

A QatarEnergy suspendeu as operações em suas instalações de GNL em 2 de março, afetando algumas das maiores plantas do mundo, que abastecem cerca de 20% do GNL global. A empresa também suspendeu parte da produção de downstream um dia depois e declarou força maior nos embarques de GNL em 4 de março.

A Arábia Saudita, maior exportadora de petróleo do mundo, suspendeu a produção em sua refinaria de Ras Tanura, com capacidade para 550.000 barris por dia. A refinaria foi atingida novamente em 4 de março, mas não sofreu danos, segundo o Ministério da Defesa saudita.

Interrupções adicionais

Israel também reduziu parte de sua produção de petróleo e gás. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou em 7 de março que havia atacado uma refinaria israelense após a refinaria iraniana em Teerã ter sido atingida. Sirenes de alerta aéreo soaram na região de Haifa, mas não houve relatos de danos.

Envio pelo Estreito de Ormuz

O tráfego pelo Estreito de Ormuz foi praticamente interrompido após o Irã atacar pelo menos cinco navios, limitando o número de petroleiros que transitam. O estreito é responsável por cerca de 20% do fornecimento global de petróleo e GNL.

Um alto funcionário da Guarda Revolucionária Iraniana declarou em 2 de março que o Estreito de Ormuz estava fechado e alertou que o Irã abriria fogo contra qualquer navio que tentasse passar. Em 7 de março, a Guarda Revolucionária informou que havia atingido um petroleiro com bandeira das Ilhas Marshall no estreito.

As principais seguradoras marítimas estão cancelando a cobertura contra riscos de guerra para embarcações que operam em águas iranianas e adjacentes. O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a Marinha dos EUA poderia escoltar petroleiros pelo estreito e orientou a Corporação Financeira de Desenvolvimento Internacional dos EUA a fornecer seguro contra riscos políticos.

Impacto nos consumidores

As refinarias chinesas estão paralisando unidades de processamento de petróleo bruto ou antecipando manutenções programadas devido à interrupção no fluxo de petróleo. A Índia está buscando fontes alternativas de petróleo bruto, GLP e GNL para se preparar para a continuidade da crise.

A Indonésia planeja aumentar as importações de petróleo bruto dos EUA para compensar a redução da oferta no Oriente Médio.

TAGGED:ADNOCconflito no Oriente MédioEstreito de OrmuzKuwait Petroleum CorporationMacroeconomiaPetróleoQatarEnergy
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Saneamento Básico Transforma Vida de Moradores
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?