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Educação

Mulheres do interior de SP se destacam em ciência e tecnologia

Amanda Rocha
Última atualização: 8 de março de 2026 13:00
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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Mulheres do interior de São Paulo estão fazendo a diferença na ciência e tecnologia. Em Itapetininga e Tatuí, elas desenvolvem pesquisas, aplicativos, programação e robótica. Neste domingo (8), Dia Internacional da Mulher, histórias inspiradoras são apresentadas.

Segundo o Instituto de Pesquisa e Econômica Aplicada (Ipea), a participação feminina na ciência cresceu, representando 52% dos pesquisadores no Brasil atualmente. Há 30 anos, esse número era de 44%.

A pesquisadora Jéssica Britto, graduada em biotecnologia pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), trabalha em uma empresa de tecnologia ambiental em Itapetininga, onde 75% dos funcionários são mulheres. Ela destaca a força e o empoderamento feminino na ciência:

““Eu vejo mulheres fortes, empoderadas e que têm grande conhecimento, a gente tem como referência, né?””

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A professora de informática Eline Welter, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) em Itapetininga, criou o projeto “GAT” (Garotas de TI). O objetivo é incentivar a inclusão de mulheres na tecnologia. Eline comentou:

““Eu fico muito emocionada em ver as meninas participando. Querendo aprender mais, querendo entender sobre tecnologia.””

A aluna Júlia Tavares de Queiroz, de 15 anos, desenvolveu um aplicativo para ajudar mulheres vítimas de violência doméstica. O aplicativo contém informações sobre direitos e um botão de emergência que localiza a usuária e chama a polícia. Júlia explicou:

““Vai mostrar todas as leis com uma linguagem mais objetiva e simples.””

Outra aluna, Rebecca Rosa, de 16 anos, criou um aplicativo que orienta sobre o descarte correto de lixo eletrônico. Ela afirmou:

““Celulares, pilhas, eles têm componentes que não podem ser jogados em qualquer lixo.””

A professora Taiane Vaccas Domingues de Tatuí, uniu ciência, programação e robótica em suas aulas. A estudante Ana Clara Hanf, de 16 anos, se apaixonou pela tecnologia e deseja se graduar em engenharia da computação. Ana Clara compartilhou:

““Foi através das aulas que eu comecei a programar, comecei a construir.””

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