Família solicita quebra de sigilo bancário de psicóloga desaparecida na Inglaterra

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

A família da psicóloga cearense Vitória Figueiredo Barreto, de 30 anos, desaparecida na Inglaterra desde o dia 3 de março, solicitou a quebra do sigilo bancário para acessar informações sobre seus cartões de crédito.

Vitória foi vista pela última vez após sair de uma universidade e pegar um ônibus em direção a uma região de docas na cidade de Brightlingsea. Ela está fora do Brasil desde janeiro, quando participou de um congresso no Marrocos, representando o Brasil pelo Instituto Quatro Varas.

A mãe de Vitória fez um desabafo nas redes sociais, pedindo apoio das autoridades. Segundo ela, a psicóloga ainda não foi vista na cidade e não há novidades sobre sua localização.

“”Pedimos que as orações continuem, essa corrente do bem, do amor. Que possamos encontrá-la bem. Agradeço a todos e todas.””

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Vitória tinha como objetivo na viagem buscar oportunidades de estudo e palestras, além da possibilidade de iniciar um doutorado. Ela estava hospedada na cidade de Colchester, na região metropolitana de Londres, onde mantinha contato com uma professora da universidade local.

No dia do desaparecimento, Vitória foi até a universidade e, em seguida, pegou um ônibus até a região das docas. O trajeto foi registrado por câmeras de segurança. A amiga Fernanda relatou que recebeu um alerta de emergência enviado pelo iPhone de Vitória, que estava pareado com o seu.

“”O último sinal de localização do iPhone dela indicou uma posição no mar, o que levanta uma preocupação muito grande de possível sequestro relacionado a tráfico humano”,”

declarou.

A polícia local e a Embaixada do Brasil no Reino Unido foram informadas sobre o caso. O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) acompanha a situação através do Consulado-Geral do Brasil em Londres. O consulado mantém contato com as autoridades locais e com a família, prestando assistência consular.

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O Itamaraty ressaltou que sua atuação segue a legislação brasileira e internacional, e por questões de privacidade, não divulga detalhes sobre casos individuais de assistência a brasileiros.

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