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Cidades com maior criação de empregos com carteira assinada em SP

Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

O estado de São Paulo registrou a criação de quase 300 mil vagas de emprego com carteira assinada nos últimos 12 meses, de acordo com dados da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026, o saldo de vagas foi de 286.743, representando uma alta de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nesse período, São Paulo foi responsável por 24% do total de vagas criadas no Brasil, que somou 1.228.483.

No mês de janeiro de 2026, o estado criou 16.451 novas vagas. A Agência SP divulgou uma lista das 100 cidades que mais geraram empregos com carteira assinada entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026 e também em janeiro de 2026.

As 10 cidades que mais criaram empregos em 12 meses foram:

  • São Paulo: 97.391
  • Osasco: 24.587
  • Guarulhos: 13.129
  • Barueri: 10.850
  • Santos: 6.662
  • São José dos Campos: 6.219
  • Sorocaba: 4.739
  • Santo André: 4.697
  • São Bernardo do Campo: 4.598
  • Matão: 3.834

Em janeiro de 2026, as cidades que mais criaram empregos foram:

  • São Paulo: 3.597
  • Franca: 2.977
  • Guarulhos: 1.524
  • Sorocaba: 814
  • Sertãozinho: 806
  • Ribeirão Preto: 768
  • Rio Claro: 768
  • São José do Rio Preto: 760
  • Bauru: 674
  • Jundiaí: 619

Os setores que mais contribuíram para a criação de vagas em janeiro no estado foram a Indústria, com 21.528 novas vagas, a Construção, com 15.934, e os Serviços, com 3.001.

O estado de São Paulo também registrou o maior salário médio de admissão em janeiro desde 2020, com um valor de R$ 2.702,76. Esse valor representa uma alta de 2,75% em relação a dezembro de 2025 e de 1,93% em relação ao mesmo mês do ano anterior. O salário de admissão em São Paulo foi o mais alto do Brasil, seguido pelo Distrito Federal (R$ 2.575,45), Mato Grosso (R$ 2.421,85) e Rio de Janeiro (R$ 2.409,30).

No Brasil, o salário médio de admissão foi de R$ 2.389,50, enquanto no Sudeste foi de R$ 2.551,61. Os dados consideram apenas trabalhadores com carteira assinada, que têm direitos garantidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

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