Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Brasileira relata incerteza em Doha e preocupação com saúde da avó após cancelamento de voo
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Internacional

Brasileira relata incerteza em Doha e preocupação com saúde da avó após cancelamento de voo

Amanda Rocha
Última atualização: 9 de março de 2026 14:00
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 5 min.
Compartilhar

A moradora de Campinas (SP), Danielle Sarabia, e sua avó estão retidas em Doha, capital do Catar, desde o dia 28 de fevereiro. O cancelamento do voo de conexão para o Brasil ocorreu enquanto elas retornavam de uma viagem de três meses ao Japão.

O voo tinha uma escala de 18 horas no Catar. Após o cancelamento, a companhia aérea direcionou as passageiras para um hotel, uma vez que a permanência no aeroporto ultrapassava 24 horas. Desde então, não há previsão de embarque para o Brasil, conforme informou Danielle.

A principal preocupação de Danielle é com a saúde da avó, que possui diabetes. Ela relatou que o índice glicêmico da avó tem se mantido alto, mesmo com a administração de remédios e insulina, o que ela atribui ao estresse da situação. Paramédicos foram ao hotel para avaliar a saúde da avó e tentaram tranquilizar a família, mas o controle da diabetes continua difícil. Danielle disse que está tentando “racionalizar para não desmoronar” e desabafou: “Só vou relaxar quando chegar em casa”.

O espaço aéreo de Israel, Irã, Emirados Árabes e Catar foi fechado após o início do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, o que impactou rotas internacionais e forçou empresas a redirecionar ou cancelar operações.

- Publicidade -
Ad imageAd image

O conflito começou com bombardeios dos EUA e de Israel contra o território iraniano em 28 de fevereiro, resultando na morte do então líder supremo do Irã, Ali Khamenei, e de autoridades militares do país. Em resposta, o Irã lançou ataques contra Israel e países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas.

Danielle relatou que, após 24 horas no terminal, funcionários informaram que todos os passageiros em trânsito seriam removidos do aeroporto. “Chegou uma movimentação estranha, as pessoas fazendo fila… Aí olhei e os voos haviam sido cancelados. Disseram que não podia ficar mais de 24 horas no aeroporto e começaram a mandar para hotel”, contou.

A companhia aérea providenciou hospedagem e alimentação, mas a incerteza sobre o retorno ao Brasil persiste. “Sem perspectiva nenhuma de quando retornar ao Brasil”, afirmou Danielle. Ela mencionou que alguns voos foram liberados para outros países, mas o Brasil ainda não tomou medidas nesse sentido.

Danielle também relatou que ouviu alarmes de alerta e, de longe, o barulho de explosões. “Já presenciamos de ouvir os alarmes, mas nada muito visceral”, disse. Ela expressou a frustração de ter dias de esperança seguidos por momentos de desânimo ao ouvir bombardeios.

Ela buscou a embaixada brasileira em Doha para obter apoio com medicação, mas recebeu a orientação de comprar os remédios necessários por aplicativo. A compra foi feita pela família, já que não houve fornecimento via representação brasileira. Danielle afirmou que tem encontrado dificuldades para obter atualizações da embaixada e do Itamaraty.

Ela lamentou a falta de assistência médica e a comunicação limitada da embaixada, que apenas oferece orientações. “Causa esse sentimento de desamparo, ansiedade, e não saber quando a gente vai conseguir voltar para casa”, desabafou.

Danielle soube de outros brasileiros que tentaram embarcar em voos de repatriação para cidades europeias, mas os voos já estavam lotados. Ela ressaltou a importância de uma ação governamental para retirar os repatriados. Também ouviu relatos de brasileiros tentando realizar o trajeto por terra até a Arábia Saudita, onde o aeroporto está em funcionamento, embora essa alternativa não seja recomendada pelas autoridades.

O Ministério das Relações Exteriores informou que acompanha a situação de brasileiros no Oriente Médio e presta assistência consular por meio de embaixadas na região. O governo mantém contato com autoridades locais e outras embaixadas para monitorar a segurança e orientar cidadãos. O Itamaraty está em contato com as autoridades do Catar para retomar a rota Doha-São Paulo e negocia transporte terrestre seguro até o aeroporto na Arábia Saudita.

TAGGED:CatarDanielle SarabiaDohaGuerraMinistério das Relações Exterioresrepatriação
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Acionistas da Heineken pedem CEO externo para substituir líder
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?