Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Milhares de bolachas-do-mar são encontradas mortas em Ilha Comprida, SP
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Meio Ambiente

Milhares de bolachas-do-mar são encontradas mortas em Ilha Comprida, SP

Amanda Rocha
Última atualização: 9 de março de 2026 14:06
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

Milhares de bolachas-do-mar foram encontradas mortas na praia de Ilha Comprida, no litoral de São Paulo, neste domingo (8). A situação chamou a atenção dos moradores, que registraram o momento em vídeos e relataram um forte odor na região.

A ocorrência foi flagrada na altura do bairro Balneário Marusca. O oceanógrafo e pesquisador do Instituto do Mar (IMar), Rodrigo Martins, analisou o fenômeno e considerou algo comum. Ele explicou que os animais são parentes de ouriços e estrelas-do-mar e vivem em bancos de areia rasos na região entremarés.

Martins apontou que a morte das bolachas-do-mar pode estar relacionada a variações ambientais, como mudanças significativas de salinidade e temperatura, além de um mar agitado. “Isso pode causar mortalidade”, afirmou, ressaltando que a real causa dependerá de exames complementares.

““Pode ter tido uma variação muito grande de salinidade, de temperatura. Uma turbulência muito grande, o mar muito agitado. Isso pode causar mortalidade”, disse Martins.”

A gestora da Fundação Florestal (FF) e oceanógrafa, Julia Lima, também reforçou essa hipótese, sugerindo que a forte frente fria que atingiu a região pode ter alterado a hidrodinâmica da praia, resultando em um mar mais agitado.

““Isso acaba alterando a hidrodinâmica da praia, o que acaba causando um mar mais agitado”, destacou Julia Lima.”

Além disso, Martins mencionou que a morte dos animais pode estar relacionada ao fenômeno da maré vermelha, que ocorre devido à proliferação de microalgas nocivas no mar. Essas algas liberam toxinas que podem contaminar a água e o ar.

““São animais filtradores, se alimentam de fitoplâncton […] Os animais acabam ingerindo as algas e morrendo, então, intoxicados”, explicou Martins.”

Apesar da situação, Martins destacou que o fenômeno não é preocupante, considerando a alta densidade populacional da espécie, que pode chegar a 1,3 mil bolachas-do-mar a cada metro quadrado na praia.

““Nenhuma ameaça à existência desses animais. Mas é um fato interessante de ser monitorado”, disse Martins.”

A gestora da Fundação Florestal informou que a entidade está avaliando, junto à prefeitura e outros órgãos ambientais, quais medidas cabíveis serão tomadas em relação ao ocorrido.

TAGGED:bolachas-do-marFundação FlorestalIlha CompridaInstituto do MarJulia Limamaré vermelhaMeio AmbienteRodrigo MartinsSão Paulovariações ambientais
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Bonecos gigantes celebram Brasil na Copa do Mundo em Recife
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?