Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Memorial do Holocausto reabre no Rio com homenagem a mulheres da resistência
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Cultura

Memorial do Holocausto reabre no Rio com homenagem a mulheres da resistência

Amanda Rocha
Última atualização: 9 de março de 2026 19:06
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

O Memorial do Holocausto reabre ao público na próxima quinta-feira, 12 de março de 2026, no Rio de Janeiro, com uma homenagem a mulheres que lutaram contra o nazismo durante a Segunda Guerra Mundial.

A mostra temporária “Faces da resistência, as mulheres no Holocausto” é um projeto mundial do Hashomer Hatzair, movimento judaico fundado em 1913 na Europa. A exposição já passou por países como Estados Unidos, México e Argentina, e ficará disponível por um mês no espaço recuperado.

A mostra apresenta a trajetória de 20 personalidades que tiveram forte atuação durante o período mais sombrio do século XX. O memorial, localizado no Parque do Pasmado, em Botafogo, foi inaugurado pela primeira vez em dezembro de 2022, com financiamento de empresas da comunidade judaica.

“Faces de Resistência” recupera registros, cartas e entrevistas, destacando mulheres do Hashomer Hatzair, que historicamente tiveram menos visibilidade em comparação aos homens que enfrentaram os nazistas.

- Publicidade -
Ad imageAd image

Entre as personalidades homenageadas está Frieda Belinfante (1904-1995), violoncelista e maestrina holandesa, judia e lésbica, que se disfarçou de homem para enganar os nazistas enquanto falsificava documentos e buscava esconderijos para perseguidos. Ela precisou se esconder devido às execuções de pessoas LGBTQIA+ a mando das autoridades ocupantes.

Outra mulher notável é Haviva (Marta) Reik (1922-1944), da Eslováquia, que atuou como paraquedista no front e foi capturada e executada enquanto realizava atividades de socorro. Vitka Kempner-Kovner (1920-2012), polonesa, foi responsável pela explosão de um trem alemão, marcando o primeiro ato de sabotagem do movimento clandestino.

A lista inclui também Zivia Lubetkin (1914-1976), que liderou um grupo de combatentes que escaparam pelos esgotos do Gueto de Varsóvia, e Friedl Dicker-Brandeis (1898-1944), uma artista que incentivou crianças judias no gueto de Theresienstadt a expressarem seus sentimentos por meio da pintura, antes de ser assassinada em Auschwitz.

O memorial estava fechado desde o final de 2024 e, no último domingo, no Dia Internacional da Mulher, foi palco de um evento simbólico. A escritora Rolande Fischberg, sobrevivente do Holocausto, teve sua história contada no percurso permanente do espaço. Ela afirmou: “Como sobrevivente, faço muitas palestras em escolas e universidades. Mas é diferente quando você convida uma turma para conhecer in loco outras histórias e testemunhos. É muito importante esse lado educativo do memorial, que eu vejo como uma oportunidade para as escolas.”

O percurso do memorial é dividido em três módulos permanentes: a vida antes do Holocausto, o período do genocídio e a resiliência/pós-guerra. O primeiro módulo mostra como era a vida antes do conflito, abrangendo não apenas judeus, mas também ciganos, deficientes físicos, comunistas e populações LGBTQIA+.

O segundo módulo retrata a tragédia do Holocausto, onde 11 milhões de pessoas, incluindo seis milhões de judeus, perderam a vida. O espaço é uma aula sobre as transformações sofridas por essas populações com a ascensão do nazismo na Alemanha.

A última parte do memorial foca na vida após o Holocausto, enfatizando a resiliência humana e a importância de evitar que a história seja esquecida. O memorial funcionará de quinta a domingo, das 10h às 17h, no Parque Yitzhak Rabin, no Mirante do Pasmado, com entrada gratuita.

TAGGED:Esther HillesumFrieda BelinfanteFriedl Dicker-BrandeisHaika GrossmanHashomer HatzairHaviva (Marta) ReikHolocaustojudeusnazismoParque do PasmadoRachel (Rokhl) AuerbakhRio de JaneiroRolande FischbergRozka KorchakTova (Tosia) AltmanVitka Kempner-KovnerZivia Lubetkin
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Vizzela inaugura primeira loja no Rio de Janeiro no BarraShopping
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?