Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Empresário aguarda decisão do STJ sobre processo contra Xuxa após 26 anos
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Empresário aguarda decisão do STJ sobre processo contra Xuxa após 26 anos

Amanda Rocha
Última atualização: 9 de março de 2026 19:40
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

No dia 10 de março de 2026, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) irá julgar uma ação que se arrasta no judiciário há 26 anos. O processo foi iniciado em 2000 pelo publicitário Leonardo Soltz, criador da Turma do Cabralzinho, contra a apresentadora Xuxa Meneghel por plágio.

Soltz, que já venceu em duas instâncias, tem direito a uma indenização que, com correções monetárias, chega a quase R$ 50 milhões. O julgamento em questão é sobre a correção do valor da indenização. A 3ª Turma do STJ, composta pelos ministros Humberto Martins, Nancy Andrighi, Villas Bôas Cueva, Moura Ribeiro e Daniela Teixeira, será responsável por decidir o caso em Brasília.

Em entrevista, Soltz, representado pelos advogados Marco Túlio de Castro e Felipe Maranhão, explicou detalhes do processo. Ele afirmou que, em 1996, sua produtora apresentou o projeto à Xuxa Produções, mas a apresentadora não estava presente na reunião. Em 1999, a empresa de Xuxa lançou um projeto similar, o que levou Soltz a buscar a justiça.

“A apresentadora não ia trabalhar em nada específico nas comemorações dos 500 anos do descobrimento do Brasil”, disse Soltz, que ficou surpreso com o lançamento da “Turma da Xuxinha nos 500 Anos de Brasil” em novembro de 1999, meses após a apresentação do seu projeto.

O empresário destacou que a juíza de primeira instância reconheceu que Xuxa estava procrastinando o processo. “Ela já perdeu em todas as instâncias”, afirmou. O que está sendo julgado agora é se o valor da indenização deve ser corrigido com juros e correção monetária.

““O crime compensa? Você rouba, procrastina por 25 anos e paga o valor original sem correção?””

Soltz também mencionou que a indenização inicial não é clara, mas que o valor ajustado hoje chega a R$ 49 milhões. Se não houver correção, o valor cairia para algo entre R$ 3 milhões e R$ 7 milhões. Ele expressou suas expectativas para o julgamento, afirmando que busca justiça e que o Brasil precisa respeitar os direitos autorais.

“Espero que a justiça seja boa para quem foi lesado, não para quem lesou”, concluiu. O empresário ressaltou que o processo se arrastou por tanto tempo devido a manobras jurídicas e procrastinação.

TAGGED:BrasíliaculturaDaniela TeixeiraFelipe MaranhãoHumberto MartinsJustiçaLeonardo SoltzMarco Túlio de CastroMoura RibeiroNancy AndrighiSuperior Tribunal de Justiça - STJTurma do CabralzinhoVillas Bôas CuevaXuxaXuxa MeneghelXuxa Produções
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Sudoeste de Goiás cria conselho regional para coordenar projetos e atrair investimentos
Próximo notícia sitemap.xml
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?