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Segurança

Agentes limparam local onde PM foi encontrada morta, diz testemunha

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de março de 2026 11:51
Amanda Rocha
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Tempo: 4 min.
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Uma testemunha informou à Polícia Civil de São Paulo que três policiais militares estiveram no apartamento onde a soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça, no bairro do Brás, região central de São Paulo.

Segundo o depoimento, as agentes teriam ido ao local para realizar uma limpeza no imóvel. A informação foi fornecida pela inspetora do condomínio, Fabiana Capinan de Carvalho Pereira, que declarou em inquérito que, por volta das 17h48, três policiais, identificadas como soldado Santana, cabo Selma e soldado Lobão, foram ao apartamento acompanhadas por ela.

Gisele foi encontrada morta no dia 18 de fevereiro, no apartamento onde vivia com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. Inicialmente registrada como suicídio, a ocorrência passou a ser investigada como morte suspeita.

Um bombeiro que participou do atendimento relatou à polícia que estranhou a forma como a policial foi encontrada. Ele afirmou que Gisele estava caída entre o sofá e uma estante da sala, com grande quantidade de sangue na região da cabeça, parte dele já coagulado.

O socorrista também observou que a vítima não apresentava rigidez cadavérica e que seria “muito fácil” retirar a arma da mão direita da policial, que segurava o armamento com o dedo fora do gatilho. Ele decidiu fotografar a cena por conta própria para preservar o registro do local antes da remoção da vítima.

Durante a análise do ambiente, o bombeiro afirmou que não encontrou o cartucho da arma no local. Ele ainda mencionou que a postura do marido da vítima, o tenente-coronel Neto, chamou sua atenção por ele não aparentar desespero diante da situação. Com base em sua experiência, o bombeiro afirmou que a cena não apresentava características típicas de suicídio.

O inquérito também aponta que o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, do TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo), esteve no apartamento após ser chamado pelo tenente-coronel Neto, que afirmou tratar-se de um amigo pessoal. Segundo registros da investigação, o magistrado teria entrado no imóvel junto com o oficial.

Testemunhas relataram que o tenente-coronel afirmou que iria tomar banho no apartamento mesmo após ser orientado por policiais a não entrar no imóvel naquele momento, para preservar o local. De acordo com depoimentos, Neto teria retornado ao apartamento acompanhado do desembargador antes de seguir para atendimento psicológico no Hospital das Clínicas de São Paulo.

O corpo da soldado Gisele foi exumado na última sexta-feira (6) para a realização de novas perícias. A medida foi adotada pela Polícia Civil para aprofundar a investigação sobre as circunstâncias da morte. O caso foi registrado inicialmente como suicídio no 8º Distrito Policial do Brás, mas a natureza da ocorrência foi posteriormente alterada para morte suspeita.

Os laudos do IML (Instituto Médico Legal) ainda são aguardados e devem integrar o conjunto de provas analisado no inquérito. A Corregedoria da Polícia Militar acompanha as investigações, e o tenente-coronel citado no caso está afastado de suas funções a pedido, segundo a SSP (Secretaria da Segurança Pública) de São Paulo.

TAGGED:BrásCorregedoria da Polícia MilitarFabiana Capinan de Carvalho PereiraFeminicídioGeraldo Leite Rosa NetoGisele Alves SantanaMarco Antônio Pinheiro Machado Coganpolicial militarSão PauloSSPTJSP
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